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Concursos


Matérias:

TRE/RN - Técnico Judiciário

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Exercício Trecho do Enunciado da Questão Ano Entidade Promotora  
0012238
Os ecos da Revolução do Porto haviam chegado 
ao Brasil e bastaram algumas semanas para inflamar os 
ânimos dos brasileiros e portugueses que cercavam a 
corte. Na manhã de 26 de fevereiro, uma multidão exigia 
a presença do rei no centro do Rio de Janeiro e a 
assinatura da Constituição liberal. Ao ouvir as notícias, a alguns 
quilômetros dali, D. João mandou fechar todas as janelas 
do palácio São Cristóvão, como fazia em noites de trovoadas. 
Pouco depois chegou o Príncipe D. Pedro, que 
passara a madrugada em conversas com os rebeldes. 
Vinha buscar o rei. D. João estava apavorado com a 
lembrança da ainda recente Revolução Francesa. Apesar do 
medo, D. João embarcou na carruagem que o aguardava 
e seguiu para o centro da cidade. A caminho, no entanto, 
percebeu que, em lugar de ofensas e gritos de protestos, 
a multidão aclamava seu nome. Ao contrário do odiado 
Luís XVI, o rei do Brasil era amado e querido pelo povo 
carioca.
 


(Adaptado de Laurentino Gomes, 1808. São Paulo: 
Planeta, 2007) 

Graças ...... resistência de portugueses e espanhóis, a Inglaterra furou o bloqueio imposto por Napoleão e deu início ...... campanha vitoriosa que causaria ...... queda do imperador francês. 

Preenchem as lacunas da frase acima, na ordem dada, 

2011
Fund Carlos Chagas
0012239
João e Maria 

Agora eu era o herói 
E o meu cavalo só falava inglês 
A noiva do cowboy 
Era você 
Além das outras três 
Eu enfrentava os batalhões 
Os alemães e seus canhões 
Guardava o meu bodoque 
E ensaiava um rock 
Para as matinês 
(...) 
Não, não fuja não 
Finja que agora eu era o seu brinquedo 
Eu era o seu pião 
O seu bicho preferido 
Sim, me dê a mão 
A gente agora já não tinha medo 
No tempo da maldade 
Acho que a gente nem tinha nascido 



Chico Buarque e Sivuca 

Eu enfrentava os batalhões 

Os alemães e seus canhões 

Guardava o meu bodoque

E ensaiava um rock 

Para as matinês 


Os versos acima estão corretamente pontuados em:

2011
Fund Carlos Chagas
0012240
João e Maria 

Agora eu era o herói 
E o meu cavalo só falava inglês 
A noiva do cowboy 
Era você 
Além das outras três 
Eu enfrentava os batalhões 
Os alemães e seus canhões 
Guardava o meu bodoque 
E ensaiava um rock 
Para as matinês 
(...) 
Não, não fuja não 
Finja que agora eu era o seu brinquedo 
Eu era o seu pião 
O seu bicho preferido 
Sim, me dê a mão 
A gente agora já não tinha medo 
No tempo da maldade 
Acho que a gente nem tinha nascido 



Chico Buarque e Sivuca 

É comum que, durante suas brincadeiras, as crianças se ...... para um universo mágico e ...... a identidade de uma personagem admirada, ...... um super-herói ou uma figura da realeza. 

Preenche corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada, o que está em: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012241
João e Maria 

Agora eu era o herói 
E o meu cavalo só falava inglês 
A noiva do cowboy 
Era você 
Além das outras três 
Eu enfrentava os batalhões 
Os alemães e seus canhões 
Guardava o meu bodoque 
E ensaiava um rock 
Para as matinês 
(...) 
Não, não fuja não 
Finja que agora eu era o seu brinquedo 
Eu era o seu pião 
O seu bicho preferido 
Sim, me dê a mão 
A gente agora já não tinha medo 
No tempo da maldade 
Acho que a gente nem tinha nascido 



Chico Buarque e Sivuca 

I. Nos versos Agora eu era o herói e A gente agora já não tinha medo, o uso do advérbio agora mostra-se inadequado, pois os verbos conjugados no pretérito imperfeito designam fatos transcorridos no tempo passado. 

II. Em Finja que agora eu era o seu brinquedo e Sim, me dê a mão, os verbos grifados estão flexionados no mesmo modo. 

III. Substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós nos versos A gente agora já não tinha medo e Acho que a gente nem tinha nascido, a forma verbal resultante, sem alterar o contexto, será teríamos. 

Está correto o que se afirma em 

2011
Fund Carlos Chagas
0012242
O corvo e o jarro 

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de 
repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou 
velozmente para o jarro. 
Mas, embora o jarro contivesse água, o nível es-
tava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, 
não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá-
lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água 
derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele. 
Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali 
perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando-as 
dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a bor-
da, e finalmente pôde matar a sede. 


(Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, 
Círculo do Livro, p. 46) 

.. viu pedrinhas ali perto. (3o parágrafo) 

A passagem para a voz passiva da frase acima resulta na seguinte forma verbal: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012243
O corvo e o jarro 

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de 
repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou 
velozmente para o jarro. 
Mas, embora o jarro contivesse água, o nível es-
tava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, 
não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá-
lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água 
derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele. 
Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali 
perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando-as 
dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a bor-
da, e finalmente pôde matar a sede. 


(Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, 
Círculo do Livro, p. 46) 

A reconstrução de um segmento do texto, com um diferente emprego pronominal, que mantém a correção e o sentido originais é:

2011
Fund Carlos Chagas
0012244
O corvo e o jarro 

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de 
repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou 
velozmente para o jarro. 
Mas, embora o jarro contivesse água, o nível es-
tava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, 
não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá-
lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água 
derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele. 
Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali 
perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando-as 
dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a bor-
da, e finalmente pôde matar a sede. 


(Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, 
Círculo do Livro, p. 46) 

Típica das fábulas, a moral da história que pode ser depreendida da leitura de O corvo e o jarro é: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012245

Os ecos da Revolução do Porto haviam chegado 
ao Brasil e bastaram algumas semanas para inflamar os 
ânimos dos brasileiros e portugueses que cercavam a 
corte. Na manhã de 26 de fevereiro, uma multidão exigia 
a presença do rei no centro do Rio de Janeiro e a 
assinatura da Constituição liberal. Ao ouvir as notícias, a alguns 
quilômetros dali, D. João mandou fechar todas as janelas 
do palácio São Cristóvão, como fazia em noites de trovoadas. 
Pouco depois chegou o Príncipe D. Pedro, que 
passara a madrugada em conversas com os rebeldes. 
Vinha buscar o rei. D. João estava apavorado com a 
lembrança da ainda recente Revolução Francesa. Apesar do 
medo, D. João embarcou na carruagem que o aguardava 
e seguiu para o centro da cidade. A caminho, no entanto, 
percebeu que, em lugar de ofensas e gritos de protestos, 
a multidão aclamava seu nome. Ao contrário do odiado 
Luís XVI, o rei do Brasil era amado e querido pelo povo 
carioca.
 


(Adaptado de Laurentino Gomes, 1808. São Paulo: 
Planeta, 2007) 

Apesar do medo, D. João embarcou na carruagem que o aguardava e seguiu para o centro da cidade. A caminho, no entanto, percebeu que, em lugar de ofensas e gritos de protestos, a multidão aclamava seu nome. (2o parágrafo) 

O trecho acima está reescrito com correção e lógica em: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012246

Os ecos da Revolução do Porto haviam chegado 
ao Brasil e bastaram algumas semanas para inflamar os 
ânimos dos brasileiros e portugueses que cercavam a 
corte. Na manhã de 26 de fevereiro, uma multidão exigia 
a presença do rei no centro do Rio de Janeiro e a 
assinatura da Constituição liberal. Ao ouvir as notícias, a alguns 
quilômetros dali, D. João mandou fechar todas as janelas 
do palácio São Cristóvão, como fazia em noites de trovoadas. 
Pouco depois chegou o Príncipe D. Pedro, que 
passara a madrugada em conversas com os rebeldes. 
Vinha buscar o rei. D. João estava apavorado com a 
lembrança da ainda recente Revolução Francesa. Apesar do 
medo, D. João embarcou na carruagem que o aguardava 
e seguiu para o centro da cidade. A caminho, no entanto, 
percebeu que, em lugar de ofensas e gritos de protestos, 
a multidão aclamava seu nome. Ao contrário do odiado 
Luís XVI, o rei do Brasil era amado e querido pelo povo 
carioca.
 


(Adaptado de Laurentino Gomes, 1808. São Paulo: 
Planeta, 2007) 

... como fazia em noites de trovoadas. (1o parágrafo) 

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está em: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012247

Os ecos da Revolução do Porto haviam chegado 
ao Brasil e bastaram algumas semanas para inflamar os 
ânimos dos brasileiros e portugueses que cercavam a 
corte. Na manhã de 26 de fevereiro, uma multidão exigia 
a presença do rei no centro do Rio de Janeiro e a 
assinatura da Constituição liberal. Ao ouvir as notícias, a alguns 
quilômetros dali, D. João mandou fechar todas as janelas 
do palácio São Cristóvão, como fazia em noites de trovoadas. 
Pouco depois chegou o Príncipe D. Pedro, que 
passara a madrugada em conversas com os rebeldes. 
Vinha buscar o rei. D. João estava apavorado com a 
lembrança da ainda recente Revolução Francesa. Apesar do 
medo, D. João embarcou na carruagem que o aguardava 
e seguiu para o centro da cidade. A caminho, no entanto, 
percebeu que, em lugar de ofensas e gritos de protestos, 
a multidão aclamava seu nome. Ao contrário do odiado 
Luís XVI, o rei do Brasil era amado e querido pelo povo 
carioca.
 


(Adaptado de Laurentino Gomes, 1808. São Paulo: 
Planeta, 2007) 

Ao ouvir as notícias, a alguns quilômetros dali, D. João mandou fechar todas as janelas do palácio São Cristóvão, como fazia em noites de trovoadas. (1oparágrafo) 

Com a afirmativa acima, o autor

2011
Fund Carlos Chagas
0012248
Rio Grande do Norte: a esquina do continente 

Os portugueses tentaram iniciar a colonização 
em 1535, mas os índios potiguares resistiram e os 
franceses invadiram. A ocupação portuguesa só se 
efetivou no final do século, com a fundação do Forte dos 
Reis Magos e da Vila de Natal. O clima pouco favorável 
ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a 
pecuária. O Estado tornou-se centro de criação de gado 
para abastecer os Estados vizinhos e começou a ganhar 
importância a extração do sal – hoje, o Rio Grande do 
Norte responde por 95% de todo o sal extraído no país. O 
petróleo é outra fonte de recursos: é o maior produtor 
nacional de petróleo em terra e o segundo no mar. Os 
410 quilômetros de praias garantem um lugar especial 
para o turismo na economia estadual. 
O litoral oriental compõe o Polo Costa das Dunas - 
com belas praias, falésias, dunas e o maior cajueiro do 
mundo –, do qual faz parte a capital, Natal. O Polo Costa 
Branca, no oeste do Estado, é caracterizado pelo contras-
te: de um lado, a caatinga; do outro, o mar, com dunas, 
falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A 
região é grande produtora de sal, petróleo e frutas; abriga 
sítios arqueológicos e até um vulcão extinto, o Pico do 
Cabugi, em Angicos. Mossoró é a segunda cidade mais 
importante. Além da rica história, é conhecida por suas 
águas termais, pelo artesanato reunido no mercado São João e pelas salinas. 
Caicó, Currais Novos e Açari compõem o chamado 
Polo do Seridó, dominado pela caatinga e com sítios 
arqueológicos importantes, serras majestosas e cavernas 
misteriosas. Em Caicó há vários açudes e formações 
rochosas naturais que desafiam a imaginação do homem. 
O turismo de aventura encontra seu espaço no Polo 
Serrano, cujo clima ameno e geografia formada por 
montanhas e grutas atraem os adeptos do ecoturismo. 
Outro polo atraente é Agreste/Trairi, com sua 
sucessão de serras, rochas e lajedos nos 13 municípios 
que compõem a região. Em Santa Cruz, a subida ao 
Monte Carmelo desvenda toda a beleza do sertão 
potiguar – em breve, o local vai abrigar um complexo 
voltado principalmente para o turismo religioso. A 
vaquejada e o Arraiá do Lampião são as grandes 
atrações de Tangará, que oferece ainda um belíssimo 
panorama no Açude do Trairi. 

(Nordeste. 30/10/2010, Encarte no jornal O Estado de S. 
Paulo). 

As informações mais importantes contidas no texto estão resumidas, com clareza e correção, em: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012249
Rio Grande do Norte: a esquina do continente 

Os portugueses tentaram iniciar a colonização 
em 1535, mas os índios potiguares resistiram e os 
franceses invadiram. A ocupação portuguesa só se 
efetivou no final do século, com a fundação do Forte dos 
Reis Magos e da Vila de Natal. O clima pouco favorável 
ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a 
pecuária. O Estado tornou-se centro de criação de gado 
para abastecer os Estados vizinhos e começou a ganhar 
importância a extração do sal – hoje, o Rio Grande do 
Norte responde por 95% de todo o sal extraído no país. O 
petróleo é outra fonte de recursos: é o maior produtor 
nacional de petróleo em terra e o segundo no mar. Os 
410 quilômetros de praias garantem um lugar especial 
para o turismo na economia estadual. 
O litoral oriental compõe o Polo Costa das Dunas - 
com belas praias, falésias, dunas e o maior cajueiro do 
mundo –, do qual faz parte a capital, Natal. O Polo Costa 
Branca, no oeste do Estado, é caracterizado pelo contras-
te: de um lado, a caatinga; do outro, o mar, com dunas, 
falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A 
região é grande produtora de sal, petróleo e frutas; abriga 
sítios arqueológicos e até um vulcão extinto, o Pico do 
Cabugi, em Angicos. Mossoró é a segunda cidade mais 
importante. Além da rica história, é conhecida por suas 
águas termais, pelo artesanato reunido no mercado São João e pelas salinas. 
Caicó, Currais Novos e Açari compõem o chamado 
Polo do Seridó, dominado pela caatinga e com sítios 
arqueológicos importantes, serras majestosas e cavernas 
misteriosas. Em Caicó há vários açudes e formações 
rochosas naturais que desafiam a imaginação do homem. 
O turismo de aventura encontra seu espaço no Polo 
Serrano, cujo clima ameno e geografia formada por 
montanhas e grutas atraem os adeptos do ecoturismo. 
Outro polo atraente é Agreste/Trairi, com sua 
sucessão de serras, rochas e lajedos nos 13 municípios 
que compõem a região. Em Santa Cruz, a subida ao 
Monte Carmelo desvenda toda a beleza do sertão 
potiguar – em breve, o local vai abrigar um complexo 
voltado principalmente para o turismo religioso. A 
vaquejada e o Arraiá do Lampião são as grandes 
atrações de Tangará, que oferece ainda um belíssimo 
panorama no Açude do Trairi. 

(Nordeste. 30/10/2010, Encarte no jornal O Estado de S. 
Paulo). 

O clima pouco favorável ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a pecuária. (1o parágrafo) 

O mesmo tipo de regência nominal que se observa acima ocorre no segmento também grifado em: 

2011
Fund Carlos Chagas
0012250
Rio Grande do Norte: a esquina do continente 

Os portugueses tentaram iniciar a colonização 
em 1535, mas os índios potiguares resistiram e os 
franceses invadiram. A ocupação portuguesa só se 
efetivou no final do século, com a fundação do Forte dos 
Reis Magos e da Vila de Natal. O clima pouco favorável 
ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a 
pecuária. O Estado tornou-se centro de criação de gado 
para abastecer os Estados vizinhos e começou a ganhar 
importância a extração do sal – hoje, o Rio Grande do 
Norte responde por 95% de todo o sal extraído no país. O 
petróleo é outra fonte de recursos: é o maior produtor 
nacional de petróleo em terra e o segundo no mar. Os 
410 quilômetros de praias garantem um lugar especial 
para o turismo na economia estadual. 
O litoral oriental compõe o Polo Costa das Dunas - 
com belas praias, falésias, dunas e o maior cajueiro do 
mundo –, do qual faz parte a capital, Natal. O Polo Costa 
Branca, no oeste do Estado, é caracterizado pelo contras-
te: de um lado, a caatinga; do outro, o mar, com dunas, 
falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A 
região é grande produtora de sal, petróleo e frutas; abriga 
sítios arqueológicos e até um vulcão extinto, o Pico do 
Cabugi, em Angicos. Mossoró é a segunda cidade mais 
importante. Além da rica história, é conhecida por suas 
águas termais, pelo artesanato reunido no mercado São João e pelas salinas. 
Caicó, Currais Novos e Açari compõem o chamado 
Polo do Seridó, dominado pela caatinga e com sítios 
arqueológicos importantes, serras majestosas e cavernas 
misteriosas. Em Caicó há vários açudes e formações 
rochosas naturais que desafiam a imaginação do homem. 
O turismo de aventura encontra seu espaço no Polo 
Serrano, cujo clima ameno e geografia formada por 
montanhas e grutas atraem os adeptos do ecoturismo. 
Outro polo atraente é Agreste/Trairi, com sua 
sucessão de serras, rochas e lajedos nos 13 municípios 
que compõem a região. Em Santa Cruz, a subida ao 
Monte Carmelo desvenda toda a beleza do sertão 
potiguar – em breve, o local vai abrigar um complexo 
voltado principalmente para o turismo religioso. A 
vaquejada e o Arraiá do Lampião são as grandes 
atrações de Tangará, que oferece ainda um belíssimo 
panorama no Açude do Trairi. 

(Nordeste. 30/10/2010, Encarte no jornal O Estado de S. 
Paulo). 

Com a substituição dos segmentos grifados pela expressão entre parênteses ao final da transcrição, o verbo que deverá ser colocado no plural está em:

2011
Fund Carlos Chagas
0012251
Rio Grande do Norte: a esquina do continente 

Os portugueses tentaram iniciar a colonização 
em 1535, mas os índios potiguares resistiram e os 
franceses invadiram. A ocupação portuguesa só se 
efetivou no final do século, com a fundação do Forte dos 
Reis Magos e da Vila de Natal. O clima pouco favorável 
ao cultivo da cana levou a atividade econômica para a 
pecuária. O Estado tornou-se centro de criação de gado 
para abastecer os Estados vizinhos e começou a ganhar 
importância a extração do sal – hoje, o Rio Grande do 
Norte responde por 95% de todo o sal extraído no país. O 
petróleo é outra fonte de recursos: é o maior produtor 
nacional de petróleo em terra e o segundo no mar. Os 
410 quilômetros de praias garantem um lugar especial 
para o turismo na economia estadual. 
O litoral oriental compõe o Polo Costa das Dunas - 
com belas praias, falésias, dunas e o maior cajueiro do 
mundo –, do qual faz parte a capital, Natal. O Polo Costa 
Branca, no oeste do Estado, é caracterizado pelo contras-
te: de um lado, a caatinga; do outro, o mar, com dunas, 
falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A 
região é grande produtora de sal, petróleo e frutas; abriga 
sítios arqueológicos e até um vulcão extinto, o Pico do 
Cabugi, em Angicos. Mossoró é a segunda cidade mais 
importante. Além da rica história, é conhecida por suas 
águas termais, pelo artesanato reunido no mercado São João e pelas salinas. 
Caicó, Currais Novos e Açari compõem o chamado 
Polo do Seridó, dominado pela caatinga e com sítios 
arqueológicos importantes, serras majestosas e cavernas 
misteriosas. Em Caicó há vários açudes e formações 
rochosas naturais que desafiam a imaginação do homem. 
O turismo de aventura encontra seu espaço no Polo 
Serrano, cujo clima ameno e geografia formada por 
montanhas e grutas atraem os adeptos do ecoturismo. 
Outro polo atraente é Agreste/Trairi, com sua 
sucessão de serras, rochas e lajedos nos 13 municípios 
que compõem a região. Em Santa Cruz, a subida ao 
Monte Carmelo desvenda toda a beleza do sertão 
potiguar – em breve, o local vai abrigar um complexo 
voltado principalmente para o turismo religioso. A 
vaquejada e o Arraiá do Lampião são as grandes 
atrações de Tangará, que oferece ainda um belíssimo 
panorama no Açude do Trairi. 

(Nordeste. 30/10/2010, Encarte no jornal O Estado de S. 
Paulo). 

O texto se estrutura notadamente 

2011
Fund Carlos Chagas
0012252
A redação de documentos oficiais deve pautar-se por impessoalidade, clareza, concisão e pelo uso correto da norma culta. Todas essas qualidades são respeitadas no seguinte trecho: 
2011
Fund Carlos Chagas
0012253
No que diz respeito aos direitos e vantagens dos servidores públicos, previstos na Lei no 8.112/90:
2011
Fund Carlos Chagas
0012254
É possível a acumulação remunerada de 
2011
Fund Carlos Chagas
0012255
O princípio segundo o qual os critérios e fatores seletivos previstos no edital devem ser adotados inafastavelmente para o julgamento, evitando-se, assim, qualquer surpresa para os participantes da licitação, denomina-se: 
2011
Fund Carlos Chagas
0012256
Nos atos administrativos: 
2011
Fund Carlos Chagas
0012257
A advertência será aplicada na hipótese de
2011
Fund Carlos Chagas
0012258
A responsabilidade do servidor público civil
2011
Fund Carlos Chagas
0012259
No que concerne ao processo administrativo: 
2011
Fund Carlos Chagas
0012260
Nos contratos administrativos: 
2011
Fund Carlos Chagas
0012261
A investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica, denomina-se:
2011
Fund Carlos Chagas
0012262
Nos termos da Lei no 8.112/90, ao servidor é proibido
2011
Fund Carlos Chagas
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